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sábado, 29 de julho de 2017

Acusados da morte do prefeito de Breu Branco estão em Americano

Na noite desta sexta-feira (28) foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Americano, em Santa Izabel do Pará (Região Metropolitana de Belém), Ricardo José Passanha Lauria, Antônio Genival Lima Moura, Sérgio Piva Simoni, Wesley Linch e Maciel Buosi Dias, acusados de envolvimento na morte do prefeito de Breu Branco, Diego Kolling, ocorrido em 16 de maio deste ano, em um trecho da Rodovia PA-263, que liga as cidades de Tucuruí e Goianésia do Pará

Os acusados de participação no assassinato de Diego Kolling, conhecido como “Alemão”, foram presos na manhã de hoje nas cidades de Breu Branco, Goianésia e Tucuruí. Foram cumpridos cinco mandados de prisão, 10 de condução coercitiva e outros de busca e apreensão.
A operação foi deflagrada ainda na madrugada desta sexta, sob a coordenação direta do delegado-geral de Polícia Civil, Rilmar Firmino. Cerca de 40 policiais, entre civis e militares, participaram da ação que resultou nas cinco prisões. Agentes da Divisão de Homicídios, de Belém, continuam as investigações visando à prisão de um sexto envolvido. Dez testemunhas foram ouvidas e liberadas.
Inquérito – Inicialmente, os presos foram levados à Superintendência da Polícia Civil, em Tucuruí, e de lá seguiram para Belém em uma aeronave do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Estado (Graesp), juntamente com os delegados Rilmar Firmino, Eduardo Rolo e André Costa. As prisões são temporárias – prazo de 30 dias -, tempo necessário para o encerramento do inquérito e envio à Justiça.
Do hangar do governo do Estado, os presos foram levados à sede da Polícia Civil, no centro de Belém, onde aguardaram o encaminhamento para o exame de corpo de delito, no Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”, e o transporte até o Complexo de Americano.
Na sede da Polícia Civil houve uma coletiva de imprensa, com o delegado Rilmar Firmino; o titular da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Jeannot Jansen; o comandante geral da Polícia Militar, coronel Hilton Benigno; o diretor de Polícia Especializada, delegado Silvio Maués, e os delegados Eduardo Rollo e André Costa, este diretor da Divisão de Homicídios.
“Podemos dizer que restauramos o estado de direito neste caso de Breu Branco. Nós vamos, sim, elucidar a morte do prefeito de Tucuruí, Jones Galvão, assim como nesse caso. Vamos dar a resposta devida a partir do trabalho de investigação da Polícia Civil, que está de parabéns”, afirmou o secretário Jeannot Jansen.
O delegado Rilmar Firmino afirmou que a elucidação do crime está muito clara, principalmente devido à riqueza de provas testemunhais e periciais. Ele contou que a motivação foi econômica e política, uma vez que o então presidente do Partido Social Democrático (PSD) em Breu Branco, Ricardo Lauria, havia apoiado o prefeito Diego Kolling, mas não tinha sido atendido em seus interesses.
Motivação – “O Ricardo apoiou à candidatura de ‘Alemão’, e por isso tinha pretensões, mas não foi atendido. Por meio de uma empresa ‘laranja’ havia participado de uma licitação para fornecimento de serviço de transporte escolar, mas o processo acabou sendo revogado pelo prefeito, devido à baixa proposta apresentada. E, assim, Ricardo veio arquitetar a morte de Alemão”, explicou o delegado.
“O prefeito morreu porque não compactuou com aqueles que achavam que a Prefeitura seria aberta. Esse é o tipo de crime de difícil resolução, pois os que matam, são os que vão chorar com os familiares”, acrescentou. Ele destacou a importante colaboração do Ministério Público do Estado e também do Poder Judiciário.
Segundo as investigações, Ricardo Lauria, conhecido como “Ricardo Chegado”, planejou o crime, executado por Antônio Genival Lima Moura, que confessou a execução a mando de Ricardo. A arma do crime foi mostrada durante a coletiva. Sérgio, Wesley e Maciel teriam dado apoio logístico à atuação do pistoleiro, inclusive com o transporte – uma motocicleta já apreendida pela polícia.


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