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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Piloto volta para o Mato Grosso e conta detalhes do sequestro


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O piloto Paulo Cesar Asoia Bertocini, 30 anos, conhecido como "Paulinho Pium", que foi sequestrado em Juína e levado para Bolívia, onde ficou 16 dias, retornou esta madrugada a Mato Grosso, acompanhado de policiais mato-grossenses que foram buscá-lo no país vizinho. Ele relatou para a polícia que foi dominado por 3 homens
quando abastecia o bimotor de propriedade do prefeito de Juara, Edson Piovezan, e foi obrigado a pilotar até a Bolívia onde ficou refém dos bandidos, em Santa Cruz de La Siera, até a tarde desta terça feira (17), quando foi solto e telefonou para familiares. Paulo disse que os bandidos lhe deram dinheiro para voltar a Juína e devolveram seu celular.
Ele contou também que o local onde pousou a aeronave seria uma fazenda, onde foi montado acampamento e, quando os bandidos suspeitavam de alguma movimentação estranha, entravam em uma mata.
Ao que tudo indica, a aeronave (avaliada em R$ 1,5 milhão) foi roubada para ser usada no tráfico de drogas.
Ele desapareceu no dia 1º deste mês após decolar do aeroporto de Juína com uma aeronave modelo Cessna, com capacidade para cinco pessoas. Ele manobrou o avião e decolou, supostamente sozinho. Depois disso não manteve contato com familiares ou amigos.

A principal hipótese apontada era de sequestro do piloto e roubo da aeronave. Inicialmente, uma informação repassada por uma testemunha ao delegado do município, Rodrigo Rufatto, era a de que o celular de Paulo teria emitido um sinal ao cruzar o estado de Rondônia. Isso fez com que se levantasse a possibilidade do piloto e avião terem entrado na Bolívia. Esta rota seria utilizada por traficantes de drogas para fugirem dos radares.

Conforme Só Notícias já informou, o piloto foi deixado no aeroporto por sua mãe e foi visto por duas testemunhas falando ao celular pouco antes de entrar na aeronave, realizar uma manobra e decolar. Ele iria realizar o transporte de um grupo de pessoas do município para Cuiabá, coisa que não ocorreu. O sistema de rastreamento da aeronave estaria desligado.

A aeronave pertence ao pecuarista e atual prefeito de Juara, Edson Piovesan, e estaria avaliada em R$ 1,5 milhão.





Só Notícias

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