| A jovem deu à luz e a polícia fará DNA para descobrir qual deles é o pai – Márcio Melo |
Dois homens foram presos no km 8 do Ramal do Passarinho, na
tarde desta sexta-feira (30), por suspeita de estuprar e
engravidar uma
menina de 11 anos, no município do Careiro (distante 88 Km de Manaus, Amazonas). O ato
ocorreu entre agosto e outubro de 2016.
De acordo com
o delegado Daniel Antony, titular da 34ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP)
do Careiro Castanho, o primeiro caso ocorreu quando a menor foi até à casa do
pai do padrasto, um idoso de 65 anos, para vender rifas da escola.
“A criança
havia ido à casa do suspeito vender uma rifa escolar e ele a levou para o andar
de cima. No local, ele a violentou em uma rede”, explicou o delegado.
“Ela
foi ameaçada pelo idoso, para não falar sobre o ocorrido”
Ainda segundo
o delegado, cerca de um mês após o primeiro estupro, um segundo caso ocorreu
com a mesma menina. Ela estava indo para escola em uma Kombi escolar, conduzida
por um homem de 53 anos, quando foi violentada por ele.
| Os suspeitos estavam no ramal do Passarinho, no Careiro – Divulgação |
“Durante o trajeto, o
motorista da Kombi escolar pediu para que a menor o acompanhasse para pegar
outras crianças no km 11 da estrada de Autazes. No meio do caminho, ele desviou
o percurso para uma estrada vicinal e abusou da menor”.
A
investigação iniciou após denúncia de uma profissional da área de saúde do
município ao Segurança Agora, exibido na TV EM TEMPO, que repassou o caso à
Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP). Segundo a delegada titular da
Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Juliana
Tuma, o caso foi registrado no dia 24 de janeiro deste ano, pela mãe da vítima.
Terceiro
caso
Na ocasião, a
menor estava grávida de 23 semanas. Durante o depoimento, a menina relatou
também que ainda foi estuprada por um terceiro homem, também parente
do padastro. A prisão do suspeito ainda depende de identificação.
“Esse caso
foi registrado aqui na delegacia em janeiro. A vítima nos relatou que era
estuprada desde os 10 anos, porém, em razão da criança já estar com 23 semanas
de gravidez, o aborto sentimental não pôde ser realizado. Após ela ter dado à
luz, foi ouvida novamente na delegacia. Nessa segunda oitiva, ela relatou o
caso do terceiro suspeito,” explicou a delegada.
Juliana
ressaltou que, para respaldar os autos do crime, foi colhido material genético
do bebê, com a finalidade de identificar o pai. Após a prisão, os suspeitos
serão encaminhados à Depca para prestar depoimentos. Por enquanto, os susElias Pedroza
Em Tempo
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