Segundo a polícia, ele comprou um carro locado no Paraná em abril de 2016 e nunca foi devolvido. O jogador pagou fiança de R$ 5 mil e foi liberado.
Diego pagou
fiança de R$ 5 mil e foi liberado em seguida. O G1 tentou,
mas não conseguiu localizar a defesa do jogador até a publicação desta reportagem.
| Diogo Henrique Sodré é jogador do Luverdense Esporte Clube (Foto: Luverdense/Divulgação) |
Em depoimento, ele alegou que
comprou o carro em janeiro deste ano e deu uma entrada de R$ 50 mil pelo
veículo. O restante seria repassado posteriormente.
Os trâmites
para a aquisição do carro foram realizados no Paraná por um homem que se passou
por representante do proprietário do veículo, que é apontado, no inquérito
policial, como locatário dos 16 veículos. O contrato com a empresa do Paraná
está vigente desde abril de 2016.
Segundo a Polícia Civil, para locar
os veículos o suspeito alegou ser dono de uma empresa que presta serviços para
partidos políticos e que receberia uma comitiva.
A locadora só
descobriu que havia caído no golpe quando outra empresa do ramo entrou em
contato alegando ter comprado alguns dos carros. O inquérito para apurar a
fraude foi instaurado no início deste mês pela polícia do Paraná. Os suspeitos
pelo golpe ainda são procurados.
G1/MT
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