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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Cadeiras da Arena Pantanal começam a ser instaladas nesta terça



As cadeiras da Arena Pantanal começam a ser instaladas nesta terça-feira (9) e devem terminar no dia 15 de janeiro, segundo cronograma divulgado pela Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa).
Com isso, a entrega do estádio irá extrapolar o prazo exigido pela Fifa (31 de dezembro) para as seis arenas brasileiras que estão em construção para a Copa do Mundo 2014.

O atraso se deu pela suspensão do contrato com a empresa Kango Brasil, que depois foi retomado após acordo judicial. Na época, o Ministério Público Estadual (MPE-MT) notificou a Secopa-MT, quanto ao valor que seria pago de R$ 19,4 milhões aos cerca de 44 mil assentos.

Com isso, o Governo do Estado de Mato Grosso cancelou o acordo e abriu novo pregão presencial, que também foi cancelado após um acordo judicial entre a Secopa-MT e a Kango.

A montagem das 44 mil cadeiras da Arena Pantanal estão divididas em três etapas. A primeira consiste na demarcação das arquibancadas, a segunda na instalação das longarinas, estrutura que recebe as cadeiras, e por fim a instalação dos assentos, o que deve ocorrer no dia 10 de dezembro.

Até aqui, os operários trabalham na demarcação das arquibancadas, por ora nos setores Norte e Sul, que serão os primeiros a receber os assentos.

O estádio está orçado em R$ 540 milhões e apresenta 87% das obras concluídas, com dados de outubro. A construção começou em maio de 2010 e seu primeiro prazo de entrega era para dezembro de 2012.

Entenda o caso

A Kango Brasil venceu a primeira licitação para o fornecimento das cadeiras da Arena Pantanal. A empresa deveria receber dos cofres do Estado em torno de R$ 19,4 milhões de reais, enquanto que a Desk forneceu os 70 mil assentos para o Estádio Mané Garrincha, em Brasília, por pouco mais de R$ 12 milhões.. Ou seja, o preço da cadeira da Arena Pantanal sairia mais ou menos 2,5 vezes mais caro.

A Desk, então, resolveu tentar impugnar a licitação alegando que haveria uma suspeita de direcionamento, mas não conseguiu. Depois de muita polêmica sobre o assunto, os Ministérios Público Estadual e Federal entraram com pedido de suspensão de pagamento e cancelamento da licitação.

Ao fim da audiência, a Kango Brasil se comprometeu em refazer o contrato baixando o valor compra das cadeiras em R$ 1,5 milhão.

Caso seja comprovado a existência de improbidade administrativa, o promotor Clóvis de Almeida disse que a licitação deve ser anulada e uma nova deve ser feita.




Mato Grosso Notícias

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