O desaparecimento do piloto Paulo Cézar Bertocini (foto), 30
anos, mais conhecido como "Paulinho Pium", e uma aeronave modelo
Cessna, com capacidade para cinco pessoas, completou uma semana no domingo (08). Ele
manobrou o avião e decolou, supostamente sozinho, do aeroporto de Juína, no dia
1º de dezembro. Depois disso não manteve contato com familiares ou amigos.
A principal
hipótese apontada é de sequestro do piloto e roubo da aeronave. Uma informação
repassada por uma testemunha ao delegado de Juína, Rodrigo Rufatto, era a de
que o celular de Paulo teria emitido um sinal ao cruzar o estado de Rondônia.
Isso fez com que se levantasse a possibilidade do piloto e avião terem entrado
na Bolívia. Esta rota seria utilizada por traficantes de drogas para fugirem
dos radares.No entanto, até o momento, nada foi realmente comprovado e o caso continua sem solução. O delegado de Juína já repassou todas as informações colhidas para a Polícia Federal auxiliar nas investigações. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) também já foi contatada.
Conforme Só Notícias já informou, o piloto foi deixado no aeroporto por sua mãe e foi visto por duas testemunhas falando ao celular pouco antes de entrar na aeronave, realizar uma manobra e decolar. Ele iria realizar o transporte de um grupo de pessoas do município para Cuiabá, coisa que não ocorreu. O sistema de rastreamento da aeronave estaria desligado.
A aeronave pertence ao pecuarista e atual prefeito de Juara, Edson Piovesan (PPS), e estaria avaliada em R$ 1,5 milhão.
Só Notícias
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